sábado, 2 de abril de 2011

Borrachas Cute!!

Gente, achei essas borrachas para vender no site O Segredo do Vitorio, e não aguentei, trouxe para vocês verem...São muito fofas:






Acho que serve até para trabalhar com crianças a questão da orientação nutricional =)

Fonte: http://www.osegredodovitorio.com

Atenção futuras mamães: Cuidado com o ganho de peso na gestação!

Diante da epidemia mundial de obesidade, vem sendo observado um aumento da prevalência da obesidade também em mulheres em idade reprodutiva e um aumento do ganho de peso na gestação. Nos EUA, dados do NHANES 2003-2004 mostram que 28,9% das mulheres em idade fértil (20 a 39 anos) têm Índice de Massa Corpórea (IMC) > 30 kg/m2. No Brasil, entre as mulheres, dados do VIGITEL (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) fornecidos pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram presença de excesso de peso (IMC >25 kg/m2) em 24,9%, 36% e 45,7% nas faixas etárias de 18-24, 25-34 e 35- 44 anos, respectivamente.

Numa gestação normal o ganho de peso ocorre devido a aumento de tecidos maternos e dos produtos da concepção. O ganho de peso ideal na gestação é baseado nas recomendações do Institute of Medicine (IOM-2009) e leva em consideração o IMC pré-concepcional da paciente, conforme na tabela a seguir:


De acordo com a situação nutricional inicial da gestante (baixo peso, adequado, sobrepeso ou obesidade) há uma faixa de ganho de peso recomendada por trimestre. É importante que na primeira consulta a gestante seja informada sobre o peso que deve ganhar.

Mulheres que ganham peso dentro dos limites propostos têm menor chance de ter filhos nos extremos de peso para idade gestacional. No entanto, cerca de 2/3 das mulheres ganham mais peso que o recomendado, o que leva a complicações durante a gestação além de contribuir para a retenção de peso pós-parto e, assim, para o desenvolvimento da obesidade e suas complicações ao longo da vida.

E ATENÇÃO...

A incidência de Diabetes Melito gestacional (DMG) em gestantes obesas é três vezes maior que na população geral. No período gestacional as mulheres, mesmo com peso adequado, apresentam fisiologicamente aumento da resistência à insulina.

O peso materno é um fator de risco independente para pré-eclampsia, assim evidências comprovam que o risco de pré-eclampsia dobra a cada aumento de 5 a 7 kg/m2 no IMC pré-gestacional. Gestantes obesas também estão expostas a maior risco de parto pós-termo e infecções do trato urinário durante e gestação. Por outro lado, as obesas têm menor risco de parto pré-termo e anemia.

Consequências da Obesidade no Recém-Nascido

Uma maior incidência de anomalias congênitas parece ocorrer em filhos de mulheres obesas,sendo as anomalias mais importantes os defeitos do tubo neural. Isso ocorre porque o excesso de tecido adiposo pode interferir na metabolização dos folatos e, assim, o efeito protetor da suplementação com ácido fólico não é eficiente nessas pacientes.

Então é isso mamães, fica o alerta da importância de ter uma alimentação saudável durante a gestação, para que tanto você quanto o seu bebê tenham sempre saúde!

Fonte: ABESO

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Chás: Qual a diferença entre o chá verde de saquinho, folhas secas avulsas ou em cápsulas?

O chá verde é obtido das folhas frescas da erva Camellia sinesis. Possui alta quantidade de catequinas (flavonóides), como epicatequina (EC), epigallocatequina (EGC), epicatequina gallato (ECG) e a mais abundante, epigallocatequina gallato (EGCG).

A aplicação clínica do chá verde é bastante estudada principalmente devido à sua propriedade antioxidante, que auxilia no tratamento e prevenção de obesidade, diabetes e dislipidemias. Também pode reduzir o risco de eventos cardiovasculares, a chance do desenvolvimento de diversos tipos de cânceres e o envelhecimento cutâneo.

Tanto o chá de saquinho, como as folhas secas ou as cápsulas têm o mesmo efeito e mantém suas propriedades nutricionais. Os chás de saquinho funcionam da mesma maneira que as folhas, porém eles podem conter outras partes da planta, como pequenos pedaços do talo e sementes, o que diminui os efeitos desejados, além de não revelar o real aroma e sabor da bebida. Quanto aos chás em cápsulas, devido ao fato de serem mais concentrados, devem ser consumidos em menor quantidade, para evitar um possível efeito tóxico.

Os estudos científicos sobre o chá verde são bastante diversificados quanto à metodologia e resultados, porém, o que mais se observa, é que os efeitos benéficos e protetores do chá se manifestam com o consumo de cinco ou mais xícaras por dia. Além da quantidade, outro fator de discussão entre os autores é o tempo de ingestão necessário para que esses efeitos se manifestem, e o que parece ser consenso entre eles é que, para isso, a ingestão do chá verde deve ser um hábito diário.

Quanto à quantidade máxima, o consumo de até vinte xícaras de chá verde por dia é considerado seguro. Não há dados na literatura sobre a quantidade máxima de consumo dos chás encapsulados.

Os compostos fenólicos do chá também são considerados antinutrientes, pois diminuem a digestibilidade protéica. Portanto, seu consumo deve ser evitado junto às grandes refeições.

Fonte: Nutritotal

quinta-feira, 31 de março de 2011

Por que é tão difícil resistir ao chocolate?

A páscoa está chegando e me pergunto, como resistir a essa tentação?! Imagino que vocês amigas se perguntam o mesmo não é?

Pois é, o problema é que alguns alimentos, como chocolate, café e gordura, causam um tipo de dependência semelhante à de drogas. O resultado é que você acaba comendo compulsivamente, mesmo quando não está lá com muita vontade. Aprenda a reconhecer o seu vício e formas de livrar-se dele.

A Associação dos Comedores Anônimos (ACA) ainda não foi criada. Mas, se existisse, certamente teria um número grande de sócios. A comida pode ser um vício. Não estamos falando aqui de pessoas que comem o tempo todo, mas daquelas que criam uma predileção por determinados alimentos e passam a depender deles para funcionar direito, ou não conseguem controlar a quantidade ingerida. Isso costuma acontecer com alimentos altamente palatáveis e de alta densidade energética, ricos em açúcar, gordura e farinhas refinadas. Eles geram um consumo compulsivo e incontrolável e, consequentemente, uma sensibilização do organismo à substância, com sintomas típicos quando é suprimido, como ansiedade, agressividade e alterações de humor.

Só que, diferentemente das drogas, os alimentos são necessários à vida. Comer é um comportamento que envolve vários processos hormonais. Por isso, fica tão difícil comprovar que a vontade excessiva de ingerir algo seja um vício. Mas a cada dia novas pesquisas comprovam que certos alimentos podem, sim, alterar o funcionamento cerebral, como faz a cocaína, por exemplo. Boa parte dos experimentos foi feita com ratos, uma vez que é um risco grande desenvolver propositadamente o vício em uma pessoa.

E porque o chocolate é tão viciante? Bem, o carboidrato presente no chocolate aumenta a disponibilidade no cérebro do triptofano, que se transforma em serotonina, o neurotransmissor responsável pelo bem-estar. Além disso, o chocolate contém anandamida, outro componente que induz a sensação de calma e bem-estar. Os compostos ativos da maconha também produzem excitação imitando a anandamida. Mas a quantidade presente na droga é muito maior do que aquela do chocolate. E não se pode esquecer que o chocolate contém cafeína — cerca de 16 mg a 36 mg por barra de 50g.

Bem amigas e amigos chocólatras, chocolate é bom? é! Mais vamos tentar consumir com moderação. E para os que são diabéticos, existem as opções sem açúcar e também é possível consumir um pedacinho do amargo que não terá problemas =).
Até o próximo post!
Fonte: http://revistavivasaude.uol.com.br

quarta-feira, 30 de março de 2011

Curiosidade: Bife de boi com sabor de carne de porco!

Bife bovino com sabor de carne de porco a primeira vista parece meio estranho, mas carne de vaca com sabor de porco é o novo fenômeno que os nossos hermanos argentinos vêm experimentando quando o assunto é alimentação.

A mudança intrigou os cientistas e um fato foi apontado como uma causa possível para essa troca de uma das características mais marcantes da carne de vaca, o gosto.

O gado está cada vez mais submetido ao método de engorda em curral ao invés de se alimentar praticamente de grama natural, como acontece quando os animais vivem soltos em pastos. Rações e produtos industrializados, como derivados de sementes oleaginosas, agora fazem parte da dieta dos mesmos. Está na alta concentração de ácidos graxos a resposta para a incógnita no sabor da carne bovina que hoje já é percebida por grande parte dos consumidores argentinos.

De acordo com Enrique Pavan, pesquisador Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (INTA), quanto maior for à quantidade de óleos de cereais ou oleaginosas na dieta das criações bovinas, maior será a semelhança no paladar com a carne de suínos.

Agora pronto, se você tiver vontade comer carne de porco, é só comprar uma carne de boi sabor suína que está ok!... Eu hein, que coisa mais doida! =p

Fonte:http://www.popnutri.com.br

terça-feira, 29 de março de 2011

Qual a diferença entre nutrigenômica e nutrigenética?

A nutrigenômica é a ciência que estuda a influência dos nutrientes na expressão dos genes e como eles regulam os processos biológicos. A nutrigenética, por sua vez, analisa o efeito da variação genética na interação dieta-doença, o que inclui a identificação e caracterização do gene relacionado e/ou responsável pelas diferentes respostas aos nutrientes. 

De uma maneira geral, a nutrigenômica surgiu no contexto do pós-genoma humano, sendo seu foco de estudo a interação gene-nutriente, o que inclui também a nutrigenética. Assim, a nutrigenômica estuda os nutrientes e compostos bioativos dos alimentos que influenciam o funcionamento do genoma e as variações no genoma que influenciam a forma pela qual o indivíduo responde à dieta.

Alguns nutrientes e compostos bioativos de alimentos podem atuar em diferentes momentos da expressão gênica, desde o estímulo para que o gene seja expresso, através de um receptor, até as modificações pós-traducionais que podem ocorrer nas proteínas, após terem sido traduzidas. 

Os nutrientes e compostos bioativos de alimentos podem alterar a expressão de genes de maneira direta ou indireta. Por exemplo, vitaminas A, D e ácidos graxos apresentam ações diretas, pois ativam receptores nucleares que induzem a transcrição de genes específicos. O resveratrol e a genisteína da soja influenciam indiretamente a transcrição de genes através da inibição de vias de sinalização molecular, como a do fator nuclear kappa B (NFκB).

As variações genéticas que podem modificar a resposta aos nutrientes incluem os polimorfismos de nucleotídeo único (SNPs) que podem repercutir em processos como digestão, absorção e metabolismo de nutrientes, como por exemplo, foi recém-descoberto que o SNP no gene CD36/FAT está relacionado com menor concentração sanguínea da vitamina E.

Fonte: Nutritotal

segunda-feira, 28 de março de 2011

O estranho paladar das grávidas

Para todas as amigas do blog que estão grávidas, saibam agora porque pratos nada convencionais passam a fazer parte das refeições dessas que serão as mais novas mamães do mundo.

O organismo, com o passar do tempo, cria uma espécie de um banco de dados capaz de relacionar os alimentos e seus respectivos nutrientes. Por exemplo, quando o corpo necessita de cálcio, pedimos leite, quando necessita de zinco, pedimos ovos. Isso ilustra bem a situação que pode ser chamada de “desnutrição relativa”, algo que fica bem mais evidente nas mulheres grávidas.

Geralmente no final da gravidez a mulher sofre mais com a anemia, por isso não estranhe se sua mulher que está esperando um filho desejar um belo bife mal passado de madrugada papai, pois este está relacionado como uma fonte de ferro, nutriente essencial para o tratamento desse quadro clínico.

Com o paladar alterado devido a ação de algumas substâncias como o HCG (gonadotrofina coriônica humana) e a progesterona , que atuam nas funções da gravidez, a composição da saliva é alterada mudando o gosto dos alimentos. Dessa forma pode ser explicado o fato de comidas estranhas ao paladar da maioria dos indivíduos passar a fazer parte do hábito alimentar das futuras mamães. 

Até o próximo post =D

Fonte: Adaptado de "Porque as grávidas sentem desejo", de Juliana Calderasi. 

domingo, 27 de março de 2011

Para descontrair: Achados da internet, coisinhas interessantes!

Bom dia pessoal, achei essas coisinhas na internet e achei legal postar aqui. Vejam só as invenções da galera mundo a fora...

Capinhas de chave em forma de Cupcakes
Quem nunca ficou horas na frente da porta de casa tentando adivinhar qual das chaves é aquela que vai abrir? E pior de tudo, é sempre a ultima que tentamos! Bom, se você sofre disso, seus problemas acabaram!
Na lojinha Segredo do Vitório tem de todos os tipos que você imaginar : guitarra, bolas de sinuca, patinhos, pinguins, unicórnios e….essas fofuras de cupcakes. Elas são vendidas em pacotes de 6 a 8 capinhas e o preço varia de R$19,90 a R$34,00.


Cupcake ou maquilagem?


Quem não resiste a um cupcake? Mas essas delícias ai em cima não são de comer não! São lindos brilhos (também conhecidos como Gloss) em formato de cupcakes da NYX e cada um tem um sabor e cheiro diferente: morango, laranja, chocolate e cereja. Só não vale comer! ;D 
Você encontra o Kit com 4 Lip Balms em formato de Cupcake na Monka! por R$45.


Almofada de biscoito
Essa almofada é muito fofa, e ainda tem escrito em sua etiqueta: “Não mergulhar no café/Não passar manteiga/Não morder/Pode abraçar à vontade.” 
A bolacha é um presente super divertido e uma ótima dica para dar de presente. Ela está a venda na Imaginarium e custa R$69,90. Aliás, por lá você também encontra outras versões de almofadas cools, como a “ultima bolacha do pacote” ou uma “barra de chocolate“. 

  © Papo Nutricional