sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Receitinha da Semana: Sanduíche Gratinado!

Delicioso e light, o que poderia ser melhor? =)

Vamos a receita...

Sanduíche Gratinado
Ingredientes

- 1 pacote de pão sírio light
- 150g de peito de peru defumado light em fatias
- 150g de mussarela light fatiada
- 350ml de leite desnatado
- 2 colheres (sopa) de farinha de trigo
- 2 colheres (sopa) de margarina light
- 1 colher (chá) de noz-moscada
- 20g de queijo parmesão ralado
- Sal e pimenta-do-reino branca a gosto

Modo de Preparo

Em uma forma refratária coloque uma camada de pão, o peito de peru, outra camada de pão, a mussarela e finalize com outra camada de pão. Reserve. Em uma panela, leve ao fogo brando o leite, a farinha, a margarina e mexa até engrossar. Polvilhe noz moscada e acerte o sal e a pimenta conforme seu paladar. Despeje o molho sobre o sanduíche, polvilhe parmesão ralado e leve ao fogo até gratinar. Sirva a seguir.

1 porção = 1 pedaço (160g)
Rendimento = 6 porções

Valor nutricional e calórico por porção
  • Calorias = 256 kcal
  • Carboidratos = 27,63 g
  • Proteínas = 18,96 g
  • Lipídios = 7,71 g

Fonte: http://cyberdiet.terra.com.br

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Cozinha molecular, a nova moda da alta gastronômia!

Imagina um ovo estrelado? Imaginou? Agora imagina a forma desse ovo com gostos completamente diferentes, ao invés da gema, uma manga e, no lugar da clara, um iogurte...
A cozinha molecular brinca com os ingredientes reinventando-os, alterando suas formas e surpreendendo assim os convidados. Os chefes, quase alquimistas, utilizam técnicas muito especificas, como a geilificação, cujo objetivo é reinventar novos formatos para os alimentos, tentando sempre guardar seu sabor.
A moda da cozinha molecular já se espalhou e agora é possível encontrar alguns kits para fazer receitas em casa.

Fonte: http://www.oguiadeparis.blogspot.com

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Como fazer os filhos se alimentarem bem?

Mãe é mãe! E para a grande maioria, a maior preocupação no dia a dia com os filhos é, sem dúvida, a alimentação. Algumas porque os filhos comem demais. Outras porque os filhos simplesmente se recusam a comer. Como acertar na alimentação das crianças e fazê-las comerem bem tanto em quantidade como em qualidade?

As necessidades nutricionais da criança saudável são influenciadas por idade, sexo, velocidade de crescimento, metabolismo, atividade física. A fase pré-escolar, que vai de 1 a 6 anos, se caracteriza pela diminuição da velocidade do crescimento e portanto do apetite, além do interesse da criança estar desviado para outras atividades, como andar e mexer em objetos espalhados pela casa. Então a falta de interesse nesta fase pela alimentação é natural e devem-se evitar chantagens e artifícios, não obrigar a criança a comer. Atitudes como disfarçar os alimentos, distrair a criança com brincadeiras ou televisão na hora da refeição podem gerar desestruturação do comportamento alimentar.

 A falta de vontade de se alimentar somente em alguns momentos é considerada normal. Essa inapetência pode ser de origem comportamental ou orgânica. Comportamental é quando ocorre para chamar a atenção, que é muito comum nesta fase, e pode ser devido à dinâmica familiar. 

Então o comportamento pede cuidados e atenções adicionais. Já a orgânica pode ser devido a deficiência de micronutrientes. As preferências alimentares das crianças são os principais determinantes da sua ingestão, e é aprendido pela criança através de experiências repetidas no consumo de determinados alimentos, podendo a mãe sim variar o cardápio, oferecendo o mesmo alimento preparado de formas diferentes. Se considerarmos que a capacidade gástrica ainda é reduzida, é importante que os lanches da manhã, da tarde ou da noite estejam presentes.

Quanto àquelas crianças que simplesmente não têm fome  O estabelecimento dos hábitos alimentares ocorre por volta de 2 a 3 anos e se mantém até os 8 anos. A alimentação é fundamental para prevenir as deficiências nutricionais, mas quando estas forem presentes se torna necessária uma suplementação, que pode ser indicada por profissional especializado. É necessário observar também o comportamento dos pais perante os filhos, como não dar a chance da criança regular seu horário e tamanho da refeição e, no entanto, permitindo que ela regule o que comer. Então, seguem algumas dicas:
  • Estabelecer um intervalo de 2 a 3 horas entre a ingestão de alimentos e horário das principais refeições;
  • Volume pequeno de alimentos nas refeições;
  • Fracionar a dieta em 6 refeições diárias, incluindo os lanches;
  • Se houver recusa da refeição normal, não substituir por leite ou outros produtos lácteos;
  • Servir as refeições sem a presença de sucos, refrigerantes ou líquidos açucarados, que podem ser ofertados ao final da refeição;
  • Manter a presença de legumes e verduras, mesmo que a criança não aceite,  mas sem se tornar obrigatório seu consumo e sem comentários caso sobrem no prato;
  • As guloseimas não devem ser usadas como recompensa ou castigo, podendo fazer parte dos pequenos lanches nos intervalos.
Para entender todo o processo de recusa alimentar inicialmente se aconselha passar a criança por avaliação médica, para entender se a recusa é ou não decorrente de patologias específicas. Na relação entre mãe e filho observa-se que o momento da refeição é a hora que se mostram os conflitos, angustias e dificuldades, instalando um ciclo vicioso, onde a criança tenta exercer com seu comportamento, um tipo de domínio sobre a situação e a família. 

A orientação então é que para as crianças que ingerem grandes quantidades de leite, deve-se diminuir o volume e a freqüência, uma vez que líquidos suprem a sensação de fome; a mamadeira, como veículo de leite ou outros líquidos, precisa ser substituída pelo copo para que aos 2 anos de idade este utensílio não esteja mais presente na alimentação da criança. Ela deve ser estimulada a se alimentar sozinha, desenvolvendo funções motoras e estimulando a mastigação dos alimentos.

Fonte: Adptado de http://maesefilhos.com

  © Papo Nutricional