sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O Poder da Quinua

A busca por uma alimentação saudável elevou a quinua ao grupo dos super alimentos, tendo sido considerada pela FAO, um dos alimentos mais completos que existem.  

Este grão, oriundo dos Andes, destaca-se por sua elevada qualidade protéica, além de conter gorduras poliinsaturadas, consideradas as melhores para a saúde, baixo índice glicêmico e ausência de glúten. Possui teor elevado dos aminoácidos lisina e metionina, que estão relacionados ao desenvolvimento da inteligência, rapidez de reflexos e outras funções como a memória e aprendizagem, além de grande quantidade de fibras. 

Contém ainda magnésio tranquilizante natural, que mantém o equilíbrio energético nos neurônios e atua sobre a transmissão nervosa, mantendo o sistema nervoso equilibrado. Vale ressaltar que a Quinoa tem boas doses de triptofano, outro aminoácido importante, porque estar relacionado à produção de serotonina. 

Como a substância tem a ver com a sensação de ânimo e de bom humor, é provável que o consumo regular da Quinoa ajude a espantar a fadiga e a depressão. E para os praticantes de atividade física, outra boa notícia: por possuir alto teor de proteínas, também é uma ótima opção para recuperação muscular pós treino!
A Quinua pode ser encontrada sob a forma de flocos, grãos e farinhas, além de derivados como macarrão e barras energéticas. 

Com tantos benefícios, vale a pena incluí-la em seu cardápio!

Por Kelly Cristina

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Você conhece os efeitos dos prebióticos para a saúde intestinal?

Muito se é falado sobre o uso de prebióticos, principalmente no âmbito da nutrição clínica. Mas você realmente sabe como eles agem no nosso organismo e onde podemos encontrá-los?

Bem, primeiramente é importante lembrar que os prebióticos são fibras classificadas como solúveis/ funcionais, fermentáveis por bactérias anaeróbias naturais do cólon. Vale salientar que todo prebiótico é fibra solúvel, mas nem toda fibra solúvel é um prebiótico!

Estes compostos são conhecidos como polissacarídeos não hidrolisáveis, responsáveis por estimular o crescimento de bactérias benéficas do intestino, mais especificamente as Bifidobactérias e os Lactobacillus. 

Dentre os prebióticos mais conhecidos, destacam-se a inulina, os frutooligossacarídeos (FOS) e a lactulose. Que alcançam intactos ou praticamente intactos o intestino grosso, sendo fermentados pela microbiota colônica. Esse processo resulta na produção ácidos graxos de cadeia curta (AGCC) denominados acetato, butirato e propionato, além de promover a diminuição do ph devido a produção de ácido lático.

Os AGCC produzidos a nível colônico induzem o aumento da absorção epitelial de íons sódio e consequentente da água, promovendo a lentificação do trânsito colônico. Ideal para o tratamento de crises diarréicas. Deve-se salientar ainda, que a formação de ácido lático durante a fermentação dos prebióticos, diminui o ph colônico, reduzindo o crescimento de bactérias patogênicas e favorecendo a absorção de íons, mais expressivamente do cálcio. Servindo-nos de alerta para os pacientes que apresentam deficiência de cálcio, cujo um dos fatores a serem avaliados deve ser a ser a saúde intestinal em que possivelmente pode-se detectar a disbiose. Fator que contribuiria para a ineficiência da absorção do mineral.


Os prebióticos podem ser encontrados principalmente na banana, alho, cebola, alho, alho-poró, tomate, chicória, alcachofra, centeio, trigo e cevada.

Nota-se a importância de uma alimentação equilibrada, com a inclusão de diversos grupos alimentares a fim de fornecer os mais variados nutrientes e manter o equilíbrio orgânico. Lembre-se: o cuidado com o sistema gastrointestinal auxilia na manutenção da saúde de todo o organismo!

Até breve!
Por Suamy Sales 

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Reduzindo os níveis de colesterol total, LDL e triglicérides!

Há uma estreita relação entre alimentação pouco saudável, sedentarismo e o surgimento de doença cardiovascular. Previna-se: O primeiro passo para tratar a doença cardiovascular é diminuir os níveis de colesterol LDL e triglicérides no sangue. Baixar os seus níveis envolve mudanças na alimentação, em especial, a redução da quantidade de gordura saturada da dieta. 

Outras mudanças no estilo de vida, como perder peso, fazer exercícios regularmente e parar de fumar, também reduzem de modo significativo, o risco de doença cardiovascular. Além de diminuir os níveis de LDL e triglicérides, ainda, através da alimentação, tentar aumentar os níveis de de HDL pois ele contribui para a redução dos riscos cardiovasculares.


Equipe Papo Nutricional
Por Emmliene L. N.

Referência: Guia da Alimentação Saudável, vol. 16, Editora Abril coleções.

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