sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Saiba sobre a relação entre a Apnéia e Obesidade

Uma breve Introdução...
A síndrome da apnéia e hipopnéia obstrutiva do sono (SAHOS), ou simplesmente apnéia, como é conhecida, é uma condição caracterizada por repetidos episódios de obstrução das vias aéreas superiores durante o sono1. É uma doença crônica, progressiva, incapacitante, com alta mortalidade e morbidade cardiovascular, que tem sido alvo de atenção crescente, devido a suas seqüelas cardiovasculares e neurocognitivas.

A SAHOS resulta em desaturação de oxigênio e despertares durante o sono. Os sintomas incluem ronco, sonolência diurna excessiva, fadiga diurna, concentração diminuída e podem causar prejuízo no aspecto social, afetando negativamente a qualidade de vida.

A obesidade é reconhecida como o principal fator de risco para SAHOS, assumindo esse papel especial por estar presente em aproximadamente 70% dos pacientes apnéicos e por ser um fator de risco reversível para SAHOS. Em obesos mórbidos, a prevalência pode chegar a 80% e 50% nos gêneros masculino e feminino, respectivamente.

Prevalência e epidemiologia da SAHOS e a relação com a obesidade

Estima-se que vidas de milhões de pessoas a cada ano são significativamente prejudicadas pelas seqüelas da SAHOS. Diversos estudos populacionais demonstram aumento da mortalidade na SAHOS por (causa mais frequente de morte na SAHOS), acidente vascular cerebral isquêmico, acidente vascular cerebral hemorrágico ou morte súbita.

A obesidade aumenta de forma expressiva o risco de desenvolvimento de SAHOS, e além da massa corporal aumentada, a distribuição da gordura parece desempenhar um importante papel no desenvolvimento de SAHOS. A obesidade visceral tem sido associada mais frequentemente com a SAHOS do que outras formas de obesidade, e foi demonstrado na literatura que um aumento do IMC foi relacionado a um aumento em circunferência do pescoço, sendo essa uma forte preditora da SAHOS.

A SAHOS ocorre em aproximadamente 4% a 9% de homens e em 1% a 2% de mulheres de meia-idade. Apesar do menor predomínio em mulheres magras, essa ocorrência tem aumentado consideravelmente. Homens de 40 a 65 anos são os mais acometidos, e o problema parece diminuir depois de 65 anos, embora mais de 25% da população acima de 65 anos têm mais de cinco episódios de apnéia por hora de sono.

O fator de risco mais significativo para SAHOS é a obesidade, tanto que pacientes obesos com SAHOS parecem responder favoravelmente ao problema após um regime de restrição calórica. A incidência de SAHOS entre pacientes morbidamente obesos é 12 a 30 vezes maior do que na população geral. Investigações clínicas mostram que a incidência de SAHOS em pacientes obesos é de 42% a 48% entre homens e 8% a 38% entre mulheres. Ao menos 60% a 70% de pacientes com SAHOS são obesos.

Um estudo conduzido Daltro et al. avaliou a frequência e associação da SAHOS com a classe de obesidade, gênero e idade, em pacientes ambulatoriais frequentadores de laboratório de sono. Foram selecionados 1.595 pacientes (71,7% masculinos) com idade média 46 anos e IMC de 28,1 kg/m2. A frequência de SAHOS foi de 71,1% nos homens e de 50,3% nas mulheres; A SAHOS esteve presente em 45,3% dos indivíduos com IMC normal, 64,3% daqueles com sobrepeso, e 80% dos obesos. Quanto à idade, 61,2% dos pacientes com idade < 55 anos e 78% daqueles com idade > 55 anos tinham SAHOS. O estudo concluiu que a SAHOS esteve direta e fortemente associada ao gênero masculino, à classe de obesidade e ao envelhecimento.

Diante disso, pode-se afirmar que a redução da massa corporal é clinicamente importante para pacientes obesos com SAHOS, e que o tratamento e prevenção da obesidade são considerados eficazes para o controle do problema.

Fonte: http://www.rgnutri.com.br

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Chocolate sem gorduras trans e excesso de açúcar!

Abaixo as gorduras trans e o excesso de açúcar! Os novos chocolates que entraram no mercado nesses últimos anos já fazem parte da lista de alimentos saudáveis. Um deles, em especial, reúne tudo isso e um pouco mais. Concebido pelo nutricionista funcional e bioquímico Gabriel de Carvalho, o Chocolife traz benefícios adicionais ao prazer de comer chocolates. 

Elaborado com 40% de cacau orgânico, o que garante um maior teor de antioxidantes e auxilia na promoção da saúde cardiovascular e da redução da pressão arterial, o Chocolife contém um alto teor de fibras prebióticas que aliviam a constipação intestinal e melhoram a absorção de minerais (como o cálcio). 

E as novidades não param por aí. Ele é adoçado com xilitol, um adoçante que além de seu reduzido teor calórico (2 kcal/g), também auxilia na absorção de minerais e bloqueia o metabolismo das bactérias que causam o desenvolvimento de cáries. Bem, se chocolate já era bom, assim ficou muito melhor!

Especialmente elaborado para necessidades nutricionais específicas O Chocolife é isento de lactose, glúten e açúcar. Pode ser consumido por pessoas com alergia às proteínas do leite de vaca, diabéticos, hipertensos, além de pessoas em dieta de emagrecimento.

Para saber mais informações e onde encontrar o produto acesse o site do fabricante: http://www.chocolife.com.br/?on=representante


Fonte: http://www.semlactose.com

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

O Resveratrol como fator de melhora na obesidade

Um estudo publicado na revista Cell Metabolism demonstrou que a suplementação de cápsulas contendo resveratrol induziu alterações metabólicas em pacientes obesos, semelhante aos efeitos da restrição calórica.

Nesta pesquisa, a suplementação de resveratrol reduziu significativamente a taxa metabólica de repouso, efeito semelhante ao que ocorre quando há restrição calórica. Por outro lado, os pesquisadores verificaram que houve aumento do metabolismo mitocondrial no músculo, o que implica no aumento da queima de calorias, por meio da ativação das proteínas AMPK (adenosina monofosfato quinase), SIRT1 (sirtuina 1)  e PGC-1alfa (co-ativador 1 alfa do receptor ativado por proliferador do peroxissoma).

As concentrações plasmáticas de glicose e insulina foram menores após a suplementação de resveratrol (p = 0,05 e p = 0,04, respectivamente), sugerindo uma melhora da sensibilidade à insulina. O resveratrol também reduziu as concentrações de triglicérides plasmáticos (p = 0,03). Além disso, foi capaz de diminuir o acúmulo de lipídios no fígado e diminuiu os níveis de alanina–aminotransferase (ALT), com consequente melhora da função hepática (p < 0,005).

Os pesquisadores afirmaram que o estudo demonstrou pela primeira vez os efeitos benéficos do resveratrol em 30 dias de suplementação sobre o perfil metabólico de homens obesos. Embora a maioria dos efeitos tenha sido modesto, eles foram muito consistentes, apontando para adaptações metabólicas benéficas. Além disso, não houve nenhum evento adverso com a suplementação,  portanto, o resveratrol foi seguro e bem tolerado na concentração testada. 

Fonte: Adaptado de http://www.nutritotal.com.br.

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