sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Receita para o final de semana!!

PUDIM DE LEITE COM CALDA DE GOIABA

O papo nutricional traz mais uma deliciosa receita para você!

Ingredientes

•1 copo (200ml) de leite em pó desnatado;
•1 copo de leite de soja light;
•2 ovos;
•2 colheres (sopa) de adoçante culinário em pó culinário;
•2 colheres (sopa) de amido de milho;
•2 gotas de essência de baunilha.

Modo de Preparo
Liquidifique todos os ingredientes. Unte a fôrma com óleo. Asse em banho-maria. Desenforme e cubra com a calda de goiaba.

Ingredientes da Calda de Goiaba

•2 goiabas grandes maduras;
•1 copo de água;
•3 colheres (sopa) de adoçante em pó culinário

Modo de Preparo da Calda
Liquidifique as goiabas inteiras com água e peneire. Leve ao fogo para cozinhar e encorpar, mexendo de vez em quando. Após cozido acrescente o adoçante e retire do fogo. Deixe esfriar e cubra o pudim.

Rendimento: 8 porções

Bom apetite pessoal!!!
Até a próxima!

Papo Nutricional
Fonte: Bom é comer bem. Fátima Campos, Graça Morais e Vilma Montenegro.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Dieta rica em fibras pode diminuir o risco de doença diverticular

A diverticulose é uma doença caracterizada pela presença de numerosos divertículos no intestino, principalmente no cólon sigmóide. O divertículo é um apêndice patológico formado por hérnia da mucosa. Contribuem com o desenvolvimento da diverticulose a diminuição da atividade física, o mau funcionamento intestinal, a idade avançada e alguns fatores dietéticos, como o baixo conteúdo de fibra. As complicações da doença são sangramento, hábitos intestinais alterados e diverticulite (inflamação do divertículo, causada por material fecal estagnado).

Pesquisadores do Reino Unido publicaram na revista científica British Medical Journal um estudo que comprova a associação inversa entre a alta ingestão de fibras dietéticas e doença diverticular.

Foram avaliados 47.033 homens e mulheres, divididos em quatro grupos de dieta com base nos seguintes padrões alimentares: aqueles que comem carne ("comedores de carne"), aqueles que não comem carne, mas comem peixe ("sem carne, mas consome peixe"), aqueles que não comem carne ou peixe, mas consomem produtos lácteos e/ou ovos ("vegetarianos"), e aqueles que não comem carne, peixe, ovos ou produtos lácteos ("vegans").
 
Após o acompanhamento de 11 anos, houve 812 casos de doença diverticular, com consequente 806 admissões hospitalares e seis mortes. Os vegetarianos apresentaram 31% menor risco de doença diverticular em comparação com os comedores de carne. A probabilidade de internação hospitalar ou morte por doença diverticular nas idades entre 50 e 70 dos comedores de carne foi de 4,4%, enquanto para os vegetarianos foi de 3,0%.

Independentemente do padrão alimentar, os indivíduos que apresentaram consumo de fibras ≥ 25 g/dia tiveram 41% menor risco de desenvolver doença diverticular, em comparação com a baixa ingestão de fibras (< 14 g/dia para mulheres e homens). Com isso, os pesquisadores verificaram que tanto a dieta vegetariana quanto a dieta com alta ingestão de fibras estão significativamente associadas com risco menor de doença diverticular.

“Nosso achado de um menor risco de doença diverticular entre homens e mulheres com maior ingestão de fibra é consistente com os resultados de outros estudos, mas os resultados ainda eram inconsistentes. Assim, o nosso estudo pode esclarecer esta questão, devido ao número de participantes e tempo de acompanhamento”, destacam os autores.

“Estas descobertas dão suporte às recomendações de saúde pública que incentivam o consumo de alimentos ricos em fibras, como pães integrais, cereais integrais, frutas e legumes”, concluem.

Fonte: Nutritotal

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Guias Alimentares

Há anos vêm sendo desenvolvidos guias alimentares. Estes em suas diversas “edições” apresentam adaptações à realidade das populações a fim de se adequar aos hábitos alimentares dos diferentes países, regiões e até mesmo, grupos etários. Os guias podem por vezes não apresentar tanta funcionalidade quanto imaginávamos, exatamente pelo fato desses serem generalistas. O que não poderia ser diferente, pois são elaborados para orientar, informar grupos populacionais sobre uma alimentação saudável, fazendo uso dos diferentes grupos alimentares. 

Atualmente os guias alimentares vêm adicionando informações de incentivo a uma vida saudável, abordando outros fatores determinantes para a boa nutrição como o consumo da água e a prática de atividade física. Para os nutricionistas estas ferramentas, às vezes esquecidas, são importantes para auxiliar o paciente a organizar sua alimentação, levando em consideração as porções diárias dos diferentes grupos alimentares, principalmente nas primeiras consultas com o profissional.
Vale à pena utilizar os guias alimentares!

Até breve! Continuem acessando o site!

Equipe Papo Nutricional
Por Suamy sales

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