sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Chá verde com inulina melhora composição corporal de sobrepesos

Estudo publicado na revista British Journal of Nutrition demonstrou que a adição de inulina ao chá verde é benéfica para o controle de peso, com redução de peso corporal total e de massa gorda, em indivíduos com sobrepeso.

Os pesquisadores avaliaram trinta indivíduos com idades entre 20-50 anos e índice de massa corporal ≥ 24 kg/m2. Os participantes foram divididos aleatoriamente em dois grupos: grupo experimental (n=15) e grupo controle (n=15). Os indivíduos ingeriram o chá durante seis semanas, duas vezes ao dia, totalizando 650 ml/dia. Todos os participantes receberam refeições (sem restrição de calorias) fornecidas pela pesquisa, para maior controle da ingestão alimentar. As avaliações antropométricas e de composição corporal foram realizadas antes e após a ingestão do chá, além de duas semanas depois que haviam parado de tomar o chá. 

Após as seis semanas, o grupo experimental reduziu o peso corporal em 1,29 kg, enquanto no grupo controle esta diminuição foi de apenas 0,35 kg (p < 0,05). A redução de massa gorda foi significativamente maior no grupo experimental, que reduziu 0,82 kg de gordura, e no grupo controle foi de 0,27 kg. Além disso, depois de se abster do consumo do chá verde durante duas semanas, os efeitos continuaram sobre a perda de peso e massa gorda no grupo experimental. Nenhum efeito adverso foi observado com a ingestão do chá associado com inulina.

Os resultados da pesquisa sugerem que a combinação de chá verde com inulina durante seis semanas contribui para a perda de peso e redução da massa gorda. Esses efeitos benéficos podem justificar a sua utilização como estratégia para o controle do peso corporal em populações com sobrepeso, a fim de evitar o surgimento de doenças cardiovasculares e metabólicas.

Fonte: Nutritotal.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Canetas ou guloseimas?

Bem criativo!



Onde encontrar: http://www.osegredodovitorio.com

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Guia alimentar para menores de dois anos contribui para promoção da saúde

A  Organização  Mundial de Saúde (OMS), juntamente com  o  Fundo  das  Nações Unidas para a Infância (UNICEF),  para  chamar  a atenção  dos  países  sobre o impacto das práticas alimentares no estado nutricional e na sobrevivência  das  crianças, elaboraram a Estratégia Global para a Alimentação de Lactentes e Crianças de Primeira Infância. Com isso, a Coordenação Geral da Política  de  Alimentação  e Nutrição (CGPAN), em parceria com a Rede Internacional  em  Defesa  do Direito de Amamentar (IBFAN Brasil), elaboraram a  Estratégia Nacional para Promoção  da  Alimentação  Saudável (ENPACS).

Os primeiros anos de vida de uma criança são caracterizados por crescimento acelerado e grandes aquisições no processo dedesenvolvimento, incluindo habilidades  para  receber  e digerir outros alimentos além  do  leite  materno,  até atingir  o  padrão  alimentar cultural  do  adulto.  Por  isso, “a alimentação complementar dos seis meses  aos  dois  anos  de idade deve estimular hábitos saudáveis que, por sua vez, poderão  ser  mantidos  pelo resto  da  vida  da  criança.  A obesidade e todas as doenças que a acompanham, como diabetes e hipertensão, podem ser evitadas desde a infância.

A prática alimentar inadequada nesse período, particularmente nas populações menos favorecidas, está associada o aumento da morbidade, doenças infecciosas, desnutrição, excesso de peso e carências de micronutrientes, tais como ferro, zinco e vitamina A. 

O guia alimentar  para  menores  de dois  anos  encontra-se em duas versões – um para o público  em  geral  e  outro, para  os  profissionais  que atuam  na  Atenção  Básica  à Saúde. Ambos já estão sendo distribuídos nos estados brasileiros  para  facilitar  a orientação relacionada à alimentação complementar saudável. 

Neste guia, o primeiro passo configura-se em dar somente leite materno até os 6 meses sem oferecer água, chás ou qualquer outro alimento.  O  passo  2  aponta que a  partir  dos  6  meses, deve-se  introduzir  de  forma lenta e gradual outros alimentos, mantendo  o  leite materno até os dois anos de idade ou mais. O  terceiro  passo é: após seis meses, dar alimentos complementares (cereais,  tubérculos,  carnes, leguminosas, frutas e legumes)  três  vezes  ao  dia,  se  a  criança  estiver  em aleitamento materno.  O passo 4 afirma que a alimentação  complementar deve ser oferecida de acordo com os horários de refeição da  família,  em  intervalos regulares  e  de  forma  a respeitar o apetite da criança. 

O  quinto  passo  alerta  que a alimentação complementar deve ser espessa  desde  o  início  e oferecida de colher. Começar  com  consistência pastosa e, gradativamente, aumentar  a  consistência  até chegar à alimentação da família.  O passo 6 é oferecer à criança diferentes alimentos ao dia. Uma alimentação variada é uma alimentação colorida. O último passo é estimular a criança doente e convalescente  a  se  alimentar, oferecendo sua alimentação habitual e seus alimentos preferidos, respeitando sua aceitação. 

Esquema alimentar para os dois primeiros anos de vida das crianças amamentadas:

Consumo de água, chá, suco, outros leites, bolachas e/ou salgadinhos por crianças com até 180 dias:

Fonte: Revista do Conselho Regional de Nutricionistas - CRN5

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