sexta-feira, 30 de março de 2012

Falso magro? Como assim?

O índice de massa corporal, mais conhecido como IMC, é uma relação entre o peso e a estatura, sendo a forma mais utilizada para saber se uma pessoa está com um peso ideal, sinônimo de saúde. Essa relação classifica o indivíduo em baixo peso (desnutrição grau 1, 2 e 3), peso adequado (eutrofia) e acima do peso (sobrepeso grau 1, 2 e 3), segundo a Organização Mundial da Saúde.

Porém, em uma pesquisa realizada na Clínica Mayo nos Estados Unidos com mais de 2000 adultos, divididos igualmente entre homens e mulheres e que tinham um peso adequado (IMC entre 18,5 e 24,9 Kg/m2), foi possível verificar que muitos dos adultos que se encontravam dentro de um peso adequado apresentaram uma alta porcentagem de gordura corporal e distúrbios metabólicos ligados a doenças cardíacas, que é a doença que mais causa mortes em todo o mundo. 

Também foi observado nesses indivíduos alterações bioquímicas que podem afetar a saúde cardíaca e o metabolismo, com problemas no perfil lipídio (colesterol), aumento da leptina (hormônio envolvido na regulação do apetite), aumento da resistência à insulina e  na prevalência de síndrome metabólica, caracterizada pela associação de fatores de risco para as doenças cardiovasculares, vasculares periféricas e diabetes, como resultado de uma alimentação inadequada e sedentarismo.

Essa informação entra em conflito com a crença de que a simples manutenção do peso corporal é um sinal de saúde. Os pesquisadores nomearam as pessoas que apresentam peso normal, mas com distúrbios metabólicos de “obesos com peso normal”.

A importância da manutenção do peso ideal é conhecida por todos, porém estudos recentes sugerem que a classificação de uma pessoa como “peso saudável” vai além de uma relação entre o peso e a estatura, devido ao fato do IMC ser um índice genérico e não diferir massa magra, gordura corporal e massa óssea.

O estudo concluiu que o índice de massa corporal não deve ser a única ferramenta para se classificar uma pessoa como saudável, sendo fundamental a utilização de outras avaliações que possam levar a uma classificação mais precisa sobre a saúde do indivíduo. 

Fonte: Rg Nutri

quarta-feira, 28 de março de 2012

Chia? Ham!!?

A chia (Salvia hispanica L.) é uma pequena semente Originária do México, bastante consumida por civilizações antigas, principalmente por quem precisava de força e resistência física. É um alimento  completo de cor castanha clara  que possui em sua composição uma fonte de proteína completa, fornecendo todos os aminoácidos essenciais de que precisamos. São também ricas em fibras do que a aveia e contêm mais ômega 3 que a linhaça. Com propriedades benéficas que auxiliam no emagrecimento e no bom funcionamento do intestino. 

Atua no emagrecimento  por ser rica em fibras e que ao entrar em contato com a água forma um gel no estômago, tornando a digestão mais lenta, dando uma maior sensação de saciedade. A chia auxilia também na redução do colesterol, glicemia, na formação óssea, age como antiinflamatório, dentre outras.

Outras indicações:  
- Problemas da tiróide;
-  Síndrome do cólon irritável;
- Doença celíaca (intolerância permanente ao glúten);
- Refluxo gastro esofágico;
- Indispensável para os vegetarianos por conter muita proteína.

Como utiliza-lá : pode ser consumida com água, em sucos etc. Consulte o nutricionista para indicação de uso.

Equipe Papo Nutricional
Por Priscilla Doudement

segunda-feira, 26 de março de 2012

O que são os suplementos “queimadores de gordura”?

O termo “queimadores de gordura” (do inglês, “Fat Burns”) é usado para descrever suplementos nutricionais que aumentam agudamente o metabolismo de lipídios ou o gasto energético, favorecendo a perda de peso. Isto ocorre devido a diminuição da absorção de gordura, ou pelo aumento da oxidação de gordura durante o exercício físico, ou por outro mecanismo que cause em longo prazo adaptações que interfiram no metabolismo, com consequente aumento da perda de peso.

Frequentemente, esses suplementos contêm diversos ingredientes, cada um com mecanismos de ação específicos. Alguns estudos afirmam que a combinação dessas substâncias proporciona efeitos adicionais na perda de peso, enquanto que outros pesquisadores contestam que a combinação irá apresentar melhores resultados. 

Os principais ingredientes presentes nos suplementos queimadores de gordura incluem a cafeína, chá verde, carnitina, o ácido linoleico conjugado (CLA), forscolina (produzida pela planta Coleus forskohlii), cromo e fucoxantina (pigmento presente em algas pardas). Com base na literatura disponível, a cafeína e os polifenóis do chá verde são as substâncias que apresentam maiores evidências em termos de aumento do metabolismo de gordura. Os demais suplementos, embora apresentem resultados promissores, ainda faltam estudos para apoiar as evidências do seu uso clínico.

Fonte: Nutritotal

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