sexta-feira, 15 de junho de 2012

Diarréia e Alimentação

 Processos diarréicos nos afligem desde o nascimento até a morte, sendo as crianças particularmente as mais vulneráveis. Na maioria das pessoas, a diarréia é um ataque rápido de curta duração, para um problema habitual, crônico e aparentemente sem causa detectável. A diarréia é definida como o excesso de água excretada das fezes, resultante de movimentos intestinais aquosos frequentes e ocorrem em decorrência de uma diminuição da absorção de água no trato gastrointestinal.

É de extrema importância no processo diarréico não parar de comer, o remédio da natureza ajuda a curar a diarréia, contudo, um mito muito difundido de que é melhor “deixar o intestino descansar” persiste no muito inteiro. A verdade é que a probabilidade de uma pessoa se recuperar é mais rápido se continuar se alimentando, muito embora não sinta vontade, diz William B. Greenough III, M.D., professor de medicina da Johns Hopkins University e presidente da Fundação Internacional para a Saúde da Criança. Ele avisa: “Não Pare de comer. Basta comer frutas que encurtem a diarréia – alimentos como sopa de arroz ou cenoura, pudim de tapioca e pouco açúcar”. Coma frequentemente e devagar; comer muito depressa pode provocar náusea.

Além da importância de tomar bastante água, sucos e soro caseiro. Também são indicados Chás do broto da goiaba, erva doce, erva cidreira e de camomila.
Fique Alerta!!!

Equipe Papo Nutricional
Por Priscilla Danielly

Referências: Leão, L.S.C.S.; Manual de nutrição clínica: para atendimento ambulatorial do adulto. 10.ed. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2010; Carper, Jean; Alimentos: o melhor remédio para a boa saúde: alimentação que pode prevenir e curar problemas digestivos; Tradução Outras Palavras. – Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Conhecendo os alimentos: Carnes

Um exemplo clássico de fonte de proteína é a carne, mais você conhece todos os cortes de carne? Não? Então conheça conosco:

Acém (J): É o maior pedaço e mais macio do dianteiro do boi, sendo uma carne relativamente magra que deve ser cozida. Muito versátil, pode ser utilizado em ensopados, picadinhos, assados, cozidos, carne moída, refogados, bifes de panela, carnes recheadas ou preparadas com molho. 

Alcatra (B): Melhor parte do traseiro bovino, localizada na parte interna da coxa. É um corte macio e se divide em: ponta de alcatra, usada para bifes, e alcatra propriamente dita, boa para assados e grelhados. Também fica excelente no churrasco, tanto no espeto ou em bifes grossos na grelha, porém devem-se evitar cortes finos, pois a carne pode ressecar.
Contrafilé (F): Carne proveniente do lombo do boi, macia, redonda, firme e de paladar bem acentuado. Possui uma camada de gordura na lateral que mantém a umidade da carne. Ideal para bifes de chapa, estrogonofe, grelhados, rosbife, medalhões, churrasco, grelha e assados.
Coxão duro (D): É um músculo grande, com fibras mais longas e rijas e gordura concentrada na parte externa. Exige cozimento lento, sendo ideal para assados de panela, rosbifes, carne recheada, cozidos ou utilizado moído em molhos e refogados.
Coxão mole (A): É um músculo do interior da perna, arredondado, com fibras curtas e consistência macia. Indicado para assados, ensopados, picadinhos, escalopes, milanesas, bifes finos e enrolados, ou então para refogados e molhos, na forma moída.
Costela (L): É a parte superior da caixa torácica do bovino, tendo ossos maiores e mais largos. A costela é o corte com maior variedade de sabores, texturas e aromas. Exige um tempo de cozimento mais longo, para amaciar suas fibras. É utilizada principalmente para churrasco, ou então para o preparo de carne cozida com legumes. As carnes preparadas com osso têm sempre um sabor muito especial.

Filé mignon (C): Carne muito macia, que se localiza ao longo do dorso do animal e pesa cerca de 2 kg. Corte mais caro por não possuir nervos, gordura ou osso. Tem sabor adocicado e menos acentuado que a alcatra e o contrafilé. Próprio para bifes, medalhão, estrogonofe e também para rosbifes, assados, refogados e picadinhos.

Lagarto (E): Carne com coloração mais clara, fibras longas e magras e formato arredondado, alongado e bem definido. Preparo típico é a carne de panela, carne desfiada (carne louca) podendo ainda ser usado em assados e rosbifes. Ainda cru e cortado em fatias bem finas, produz o famoso carpaccio. Seu peso pode variar de 1,5 a 2,5 kg, de acordo com o porte do animal.
Maminha (K): É a parte mais macia da alcatra, que pesa cerca de 1,5 kg. É suculenta e tem um sabor mais suave do que o da picanha. Muito utilizada para assados, churrasco ou na grelha, carnes de panela ou bifes servidos bem passados, pois tem maior teor de gordura.

Músculo/Ossobuco (I): Corte muito saboroso e indicado para o preparo de caldos e molhos, carnes de panela e também sopas. Com osso, é chamado de ossobuco.

Patinho (G): Carne bovina localizada na parte traseira. É a parte menos macia da alcatra. Próprio para bifes de panela, assados e ensopados, é também indicado para almôndegas e bolos de carne.

Picanha (H): É parte da alcatra, mais marmorizada, de forma triangular, e com uma boa camada de gordura. Apresenta maciez, sabor acentuado e de fácil preparo. É própria para churrascos, podendo ser assada inteira ou em postas no espeto ou na grelha. É boa para assados ou bifes. Vale lembrar que a picanha pesa entre 1kg e 1,5kg, portanto, no momento da compra, se você encontrar peças maiores, saiba que na verdade há uma parte de coxão duro que não foi separada do corte sendo vendida junto.

Rabo (M): Parte adequada para cozimento lento, como ensopados ou carnes de panela. Pode ser preparada em pedaços - separando-se as vértebras individualmente - ou numa só peça. Quando preparada com osso, o molho se torna mais saboroso e encorpado.

Equipe Papo Nuticional
Fonte: Nestle


segunda-feira, 11 de junho de 2012

Receita para o dia dos namorados S2...S2

Ulalá ... amanhã é dia dos namorados, e para aqueles que estão afim de curtir em casa, segue uma receita bem "romântica" para o jantar.

Arroz Romântico

Ingredientes
  • 1 colher (sopa) de óleo
  • 1 xícara (chá) de arroz
  • 1 colher (chá) de sal
  • 2 tomates sem pele e sem sementes picados
  • Meio copo de Requeijão Cremoso
  • 2 colheres (sopa) de manjericão

Modo de Preparo

Em uma panela média, aqueça o óleo e refogue o arroz. Junte duas xícaras (chá) de água fervente e o sal, e cozinhe por cerca de 15 minutos, com a panela semitampada. Quando estiver quase seco, adicione os tomates e termine o cozimento até secar. Desligue o fogo, misture o Requeijão e o manjericão, e sirva.

Rendimento: 2 porções
Tempo Total de Preparo: 20 min.

Este arroz cai muito bem com um peixe grelhado!

Bon appetit!

  © Papo Nutricional