sexta-feira, 27 de julho de 2012

Canela: cor, sabor e saúde

Uma das especiarias mais antigas de que se tem notícia, a canela é originária do Sri Lanka, da Birmânia e da Índia. O nome provavelmente vem da palavra indonésia “kayu manis”, “madeira doce” — para o aroma e o paladar. Consumida em quantidades bem pequenas, a canela possui algumas substâncias antioxidantes em concentração bem elevada, o que faz com que, mesmo em pequenas porções, a especiaria contribua para o aporte total desses compostos.
 
Entre os antioxidantes mais importantes da canela estão as proantocianidinas, que contribuem para evitar a oxidação das gorduras no sangue, ajudando a diminuir o risco de doenças cardiovasculares. A canela também é rica em cinamaldeído, um composto fenólico que tem propriedades antimicrobianas e que, em estudos de laboratório, demonstrou capacidade de diminuir a atividade de uma enzima associada a reações inflamatórias e alérgicas. Apresenta ainda grande quantidade de manganês, um mineral que atua junto com diversas enzimas para facilitar os processos metabólicos e tem uma ação antioxidante.
 
Alguns estudos recentes, ainda não conclusivos, apontam um potencial da canela em diminuir o nível de glicose no sangue de pessoas com diabetes tipo 2, efeito que pode estar associado às substâncias antioxidantes da especiaria. Estas poderiam contribuir ainda para o controle das taxas de colesterol e de açúcar no sangue.

Adaptado: http://www.nestle.com.br

Equipe Papo Nutricional
Por Sabrina Macedo

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Receita: Sanduiche light

Para quem não quer sair da dieta, hoje trazemos uma receita de sanduíche light, prefeito para o corre-corre do dia. Confira:

Ingredientes:
  • 2 mini baguetes
  • 150 g de ricota fresca
  • 100g de blanquet de peru
  • 1 cenoura pequena
  • 1 c. de sobremesa de oregano
  • 1 abobrinha italiana pequena
  • 1 colher (sopa) de hortelã picada
  • Alface
  • Tomate

Preparo:

Lave e descasque a cenoura. Rale em um ralador utilizando o lado grosso. Lave bem a abobrinha e rale a parte verde. Corte o peru em tirinhas. Amasse bem a ricota com a ajuda de um garfo, adicione a cenoura ralada, a abobrinha e as tiras de peru. Acerte o ponto de sal e pimenta-do-reino. Adicione a hortelã picada. Corte as baguetes ao meio e divida o recheio. Cubra com alface e rodelas de tomate. Coloque a tampa do pão e sirva.

Bom apetite!

Equipe Papo Nutricional.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Quem nunca comeu um jambo?

Você já teve a oportunidade de comer o fruto de um frondoso “Jambeiro”? Pois bem, a Eugenia SP, popular: Jambo consiste numa fruta ovóide de coloração branca, verde, rósea, amarela ou vermelho-escura, com polpa suculenta de cor branca, envolvendo sementes globosas. No Brasil podemos encontrar em grande quantidade o Jambo vermelho, presente em diversas residências do nordeste.

O jambo, embora abundante em certas regiões, é pouco utilizado, a não ser para consumo in natura nas regiões produtoras. Em certos locais pode ser encontrado o ano inteiro, podendo haver, no mesmo ano, dois períodos de abundância, geralmente, de abril a maio e de agosto ou setembro a novembro. Grande parte dos frutos é desperdiçada na época da safra, em virtude da alta produção de frutos por árvore e do curto período de produção; da pequena vida útil do fruto in natura e da falta de conhecimento da viabilidade tecnológica para a sua industrialização.

A fruta, aparentemente tão simples, com notáveis quantidades de vitamina A, B1, B2 e consideráveis concentrações de ferro e fósforo, além das fibras, apresenta diferentes propriedades terapêuticas: Os resultados de alguns estudos referem efeito hipoglicemiante, antioxidante e protetor contra a hipertrofia renal causada pelo diabetes em ratos tratados com extrato etanólico da Eugenia jambolana; efeito antitumoral, anticonvulsivante em camundongos tratados com o óleo essencial da Eugenia caryophyllata e atividade antibacteriana, inibindo do crescimento das bactérias Escherichia coli, Salmonella typhimurium, Staphylococcus aureus e Listeria monocytogenes . A mesma espécie inibiu também o crescimento de Helicobacter pylori, uma bactéria responsável pelo aparecimento de úlcera gástrica.

Servido?

Equipe Papo Nutricional
Por Suamy Sales

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