Uma das especiarias mais antigas de que se tem notícia, a canela é originária do Sri Lanka, da Birmânia e da Índia. O nome provavelmente vem da palavra indonésia “kayu manis”, “madeira doce” — para o aroma e o paladar. Consumida em quantidades bem pequenas, a canela possui algumas substâncias antioxidantes em concentração bem elevada, o que faz com que, mesmo em pequenas porções, a especiaria contribua para o aporte total desses compostos.
Entre os antioxidantes mais importantes da canela estão as proantocianidinas, que contribuem para evitar a oxidação das gorduras no sangue, ajudando a diminuir o risco de doenças cardiovasculares. A canela também é rica em cinamaldeído, um composto fenólico que tem propriedades antimicrobianas e que, em estudos de laboratório, demonstrou capacidade de diminuir a atividade de uma enzima associada a reações inflamatórias e alérgicas. Apresenta ainda grande quantidade de manganês, um mineral que atua junto com diversas enzimas para facilitar os processos metabólicos e tem uma ação antioxidante.
Alguns estudos recentes, ainda não conclusivos, apontam um potencial da canela em diminuir o nível de glicose no sangue de pessoas com diabetes tipo 2, efeito que pode estar associado às substâncias antioxidantes da especiaria. Estas poderiam contribuir ainda para o controle das taxas de colesterol e de açúcar no sangue.
Adaptado: http://www.nestle.com.br
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Equipe Papo Nutricional
Por Sabrina Macedo
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